Hospital armazena lixo de forma irregular no MS

No município de Vicentina, localizado há 241 quilômetros de Campo Grande/MS, os moradores estão vivendo um pesadelo, por cerca de quatro meses, com a presença de lixo hospitalar acumulado entre a cozinha e a lavanderia do Hospital Maria Santos Bastos.
O armazenamento jogado no chão, de forma ilegal e irresponsável tem colocado em risco a saúde de todos que frequentam o hospital, deixando-os suscetíveis a uma possível contaminação, desde os próprios funcionários, como os pacientes e visitantes.
O lixo hospitalar armazenado de forma irregular possui ataduras, luvas cirúrgicas, ampolas, soro, sangue, agulhas, cateteres, remédios vencidos, ou seja, toda a sorte de resíduos contaminados com vírus e bactérias patogênicas, além de substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde pública e ao meio ambiente devido à inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade.
A Prefeitura tem conhecimento do problema, mas se limita a dizer que aguarda a conclusão de processo licitatório para que uma empresa possa fazer a coleta e a destinação do material infectante de maneira adequada.
O lixo deverá continuar armazenado de forma ilegal até sair à licitação, colocando em risco de contaminação os funcionários, pacientes e visitantes do hospital até quando?
Vale lembrar que o aterro sanitário de Vicentina teve sua construção iniciada há 10 anos, sendo que as obras encontram-se paradas há algum tempo.
Com a palavra a Vigilância Sanitária e a Secretaria da Saúde do Estado do MS, as quais não podem ser omissas sob pena de

Hospital armazena lixo de forma irregular no MS
No município de Vicentina, localizado há 241 quilômetros de Campo Grande/MS, os moradores estão vivendo um pesadelo, por cerca de quatro meses, com a presença de lixo hospitalar acumulado entre a cozinha e a lavanderia do Hospital Maria Santos Bastos.
O armazenamento jogado no chão, de forma ilegal e irresponsável tem colocado em risco a saúde de todos que frequentam o hospital, deixando-os suscetíveis a uma possível contaminação, desde os próprios funcionários, como os pacientes e visitantes.
O lixo hospitalar armazenado de forma irregular possui ataduras, luvas cirúrgicas, ampolas, soro, sangue, agulhas, cateteres, remédios vencidos, ou seja, toda a sorte de resíduos contaminados com vírus e bactérias patogênicas, além de substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde pública e ao meio ambiente devido à inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade.
A Prefeitura tem conhecimento do problema, mas se limita a dizer que aguarda a conclusão de processo licitatório para que uma empresa possa fazer a coleta e a destinação do material infectante de maneira adequada.
O lixo deverá continuar armazenado de forma ilegal até sair à licitação, colocando em risco de contaminação os funcionários, pacientes e visitantes do hospital até quando?
Vale lembrar que o aterro sanitário de Vicentina teve sua construção iniciada há 10 anos, sendo que as obras encontram-se paradas há algum tempo.
Com a palavra a Vigilância Sanitária e a Secretaria da Saúde do Estado do MS que devem agir, através de seus agentes, sob pena dos mesmos responderem criminalmente por prevaricação.