Senado gasta mais de R$ 180 mil com o lixo

O Senado Federal está à procura de uma empresa que se responsabilize pela coleta, transporte, transbordo, tratamento e destinação ambientalmente adequada do lixo produzido no parlamento.
Para tanto, prevê gastar R$ 180.040,56 pelo período de 12 meses.
O edital de licitação na modalidade de pregão eletrônico, prevê o recebimento das propostas no dia 03/10/17.
A justificativa do edital aduz que a Lei Distrital N. 5610/16 e o Decreto Distrital N. 37568/16 determinam que a Casa seja inteiramente responsável pelos resíduos sólidos gerados em suas dependências.
A Casa legislativa não dispõe de meios próprios para a realização das atividades estabelecidas nas normas referidas, tendo que socorrer-se de terceiros para viabilizar o cumprimento dessas obrigações.
O Senado tem até 31/12/17 para cadastro junto ao SLU do Distrito Federal, sendo que após essa data será interrompida a coleta dos resíduos que atualmente é realizada pelo SLU, o que torna, também, indispensável a presente contratação.
A estimativa do edital é da produção de 62 toneladas de lixo mensalmente pelo Senado ou 744 toneladas ao ano.
O contrato prevê a coleta diária de resíduos comuns não recicláveis (papéis sanitários, de cozinha e copa, papéis metalizados, plastificados, adesivos, papéis que tiveram contato com alimentos, resíduos orgânicos, de varrição, de podas de grama e galhos).
No mês passado a Câmara dos Deputados fez uma licitação semelhante e o gasto é de R$ 184.520,00 para a coleta e tratamento de 659 toneladas de lixo.